Cinema: Divergente

Se eu gostei desse filme? Assistir cinco vezes lhe diz algo? Eu a-m-e-i essa adaptação! Como vocês já devem saber, adorei o livro Divergente e estava super ansiosa para a estreia de sua versão na telona. E não me decepcionei. O filme conseguiu transmitir toda a emoção que senti ao ler a narrativa da Veronica. O filme com certeza agradará aos mais diversos gostos; assim como no livro, há ação, suspense, pitadas de romance e outros ingredientes que fazem com que essa produção seja ótima. O resultado? Envolvente. As cenas estavam bem fiéis ao livro, como se eu entrasse nas páginas… Mas “it’s not real”.

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Porém, não pense que o livro inteiro passará diante de seus olhos. Houve cortes entre outras pequenas mudanças, contudo não prejudicou a estória. No princípio, tive medo de não conseguirem mostrar claramente a ideia do sistema das facções e o significado de divergente, mas conseguiram com louvor. Ou seja, se você não leu o livro, não tenha medo de ficar com uma cara: WTF?

A escolha dos atores principais me agradou bastante; porém, a dos secundários, nem tanto. A escolha do Peter, que em meus pensamentos era um ogro, ganhou uma aparência de “fofinho”. Já a trilha sonora, está perfeita e encaixou-se perfeitamente na estória. A minha favorita é a da Ellie Goulding, Beating Heart. E o final foi excelente, com aquele gostinho de “cadê o próximo?” –  igual no livro.

Quando fui com o Torugo conferir o filme pela quinta vez, tive medo dele não lucrar, pois a sala estava moscando. Entretanto, em apenas cinco dias, ele levou meio milhão de pessoas aos cinemas! Não contem a ninguém, mas ele teve uma abertura bem maior do que Jogos Vorazes. Sucesso total!

Deixe um comentário 27 de abril de 2014
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Na Estante: A estrela que nunca vai se apagar

Está afim de levar um tapa na cara? Leia A estrela que nunca vai se apagar. O livro é uma biografia de uma garota que lhe dá uma lição de vida surpreendente.

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Ela foi diagnosticada, aos 12 anos, com um câncer na tiróide e mesmo enfrentando essa imposição, foi feliz. Divertiu-se com as pequenas coisas, que muitas vezes nem ligamos. Como o fato dela conseguir descer as escadas de sua casa e sentar-se no sofá para conversar com sua família. Mas não pense que ela ficava na sua: não parava de conversar, fazer novos amigos… Estava sempre rindo.

Este livro traz trechos do seu diário, de livros, de cartas e depoimentos. Sabe-se que a maioria de nós não gostamos de biografias – por ser um tédio! Mas uma coisa a vida de Esther não foi: entediante. A história não é fazer você chorar, mas para rir com os pensamentos e acontecimentos da vida dela. E ao invés de se preocupar em pensar se estaria viva no dia seguinte, ela se preocupava se daria ou não seu primeiro beijo.

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O livro começa com uma introdução de John Green. Durante essa magnífica introdução que lhe inspirou a escrever A culpa é das estrelas, John deixou claro que Esther não é a Hazel, mas sim sua fonte de inspiração que culminou no sucesso do seu livro.

“Fico surpreso que o livro tenha encontrado um público tão grande, mas a pessoa que eu mais queria que o tivesse lido nunca o fará” — Jonh Green em relação ao livro A Culpa é das estrelas.

Ela inspira milhares de pessoas, com toda razão. Sua família criou uma fundação para ajudar pessoas com câncer, denominada “This star won’t go out”.

Recomendo muito este livro a qualquer pessoa, em qualquer situação, pois ele nos dá uma lição de vida.

“Está bem, garotinha, está bem. Você pode ir! Nós amamos você!”

Dica de amiga: compre lenços de papel.

2 comentários 9 de março de 2014
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Hits: Cavalera à punk Islam

O sucesso dos irmãos Cavalera não se limita ao heavy metal do consagrado grupo Cavalera Conspiracy. Desde 1995, os Cavalera vêm democratizando a moda – com muita irreverência –  através da grife homônima. Sua nova coleção profunda do streetwear e jeanswear à alfaiataria, calçados e acessórios nas raízes islâmicas, sem deixar de lado o estilo punk que levam os Cavarockers à loucura.

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Esta bateria pertence ao Igor Cavalera, um dos fundadores da grife e integrante do grupo Cavalera Conspiracy.

A inspiração partiu da origem dos irmãos: libanesa. A rica cultura islâmica, com sua vestimenta, arte e história está belamente presente em cada peça desta coleção. O cardigã abaixo pode ser encontrado tanto em vermelho quanto em verde e dispensa comentários. Já está na minha wishlist de inverno. YAY! YAY!

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A combinação t-shirt branca e jaqueta de couro é um clássico do guarda-roupa masculino. Com um toque da Cavalera, você ficará ainda mais estiloso. Junto com a bomber de couro fake, está a t-shirt branca que estampa ironicamente ícones mundiais como George W. Bush e o papa.

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O estilo universitário nova-iorquino também está presente e continuará em alta nesta temporada. Dê uma olhada nas jaquetas e bonés que seguem.

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O jeanswear da grife também é têndencia. Puídos e padronagens para quem tem atitude.

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O chato da Cavalera é achar uma t-shirt que você não goste. Todas são perfeitas!

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Os calçados são uma perdição! YAY! YAY! O coturno é apaixonante e vai com tudo neste inverno que se aproxima.

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Para mostrar um pouquinho das novidades, fui visitar a loja da Cavalera na Oscar Freire. Lá, além de encontrar estas e muitas outras peças incríveis, você pode dar um trato no seu visual na barbearia da grife. Os preços vão de R$ 20 a R$ 60 (corte + barba).

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Esqueça as desculpas e abra a carteira para economizar com muito estilo como todo bom Cavarocker.

Cavalera: Rua Oscar Freire, 1102 – Cerqueira César, São Paulo; demais lojas no site da marca ou pela loja virtual.

2 comentários 5 de março de 2014
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Na Estante: Divergente

Você está gostando dessa onda distópica literária e quer mais? Meu conselho é: corra e leia Divergente. Por quê? Porque é ma-ra-vi-lho-so!

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O livro conta a estória de Beatrice, ou melhor, Tris. Em uma Chicago futurística, ela vive em uma sociedade dividida em cinco facções, nas quais ver-se-á refletidas características de seus moradores. São elas: Abnegação, Franqueza, Audácia, Amizade e Erudição.

“— Trabalhando juntas, as cinco facções têm vivido em paz há anos, cada uma contribuindo com um diferente setor da sociedade. A Abnegação supriu nossa demanda por líderes altruístas no governo; a Franqueza providenciou líderes confiáveis e seguros no setor judiciário; a Erudição nos ofereceu professores e pesquisadores inteligentes; a Amizade no deu conselheiros e zeladores compreensivos; e a Audácia se encarrega de nossa proteção contra ameaças tanto internas quanto externas.”

Chegado o dia do teste de aptidão, no qual você descobre em que facção pertencerá, o resultado de Tris é diferenciado: ela descobre que é Divergente e não pertence a nenhuma delas. Se descobrirem, ela estará em perigo; e a única coisa pior do que ser sem-facção, é a morte. Sem saber o que isso significa, ela tem que esconder sua divergência, camuflando-se em uma facção. Em qual delas será que ela irá escolher? Na de sua família ou se arriscará em outra?

Mesmo com muitas personagens para “comandar”, a autora não se perde e trabalha muito bem cada uma delas. Dificilmente me apaixono pelo protagonista, mas Beatrice me conquistou com sua coragem e determinação.

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Muitos dizem que Divergente é um plágio de Jogos Vorazes. Porém, ele é um grande livro e – na minha opinião – muito melhor que THG (pressinto pedras sendo atiradas em mim); pois no mundo de “Panem”, alguns distritos não são bem explorados, enquanto que em Divergente, todas as facções são bem descritas.

Outra coisa que me prendeu foi o modo no qual a autora conseguiu descrever o interior de cada habitante dessa sociedade. Um ponto forte deste livro é o mistério. A cada cinco capítulos, um segredo é revelado; e de cinco em cinco, o livro termina.

Ele está recomendadíssimo por mostrar uma nova realidade e prender o leitor de uma forma surpreendente.

“Os humanos não conseguem tolerar o vazio por muito tempo.”

4 comentários 21 de fevereiro de 2014
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Feito uma luva

Nós somos iguais e diferentes. Sendo assim, o que é bom para um, pode não ser para você. Saber escolher estampas, modelagens, cores e acessórios que lhe favorecem, diz se você tem ou não estilo. Este manual tem dicas de como valorizar seus pontos fortes de acordo com seu biotipo. YAY!

Gordos, roupas apertadas ou largas não esconderão o sobrepeso. Listras verticais, calças slim e t-shirts com decote V, em modelagens mais estruturadas, aliados a calçados pesados, disfarçam suas curvas e mantém o equilíbrio. Aposte nas combinações monocromáticas.

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Acima, jeans em lavagem média, polo lisa e cardigã bicolor. Nos pés, um chukka boot: confeccionado com couro estruturado, tem meio cano e cadarço – vai com tudo. Evite as listras horizontais, estampas grandes e tudo que dê volume.

Magros, estampas, listras horizontais e sobreposições são ideais. Usar peças mais escuras sob claras é um bom truque para dar volume ao seu corpo. Mas fuja das peças oversized. Suas roupas precisam estar adequadas às suas proporções.

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O look acima conta com uma camisa quadriculada, calça skinny e jaqueta jeans. Jeans sobre jeans é tendência. Mas nunca use-os na mesma lavagem, o contraste entre eles é necessário. Na marca Noir, Le Lis, você encontra jaquetas jeans de qualidade a um preço bem legal.

Altos, abusem do contraste entre as peças. Os acessórios estão liberados: xale, cinto, relógio… E esqueça tudo que alongue seu corpo.

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A calça chino verde continuará sendo tendência no inverno deste ano. Acima, ela monta look com a t-shirt estampada, o blazer de sarja e o xale de caveirinhas. A marca Sergio K possui t-shirts com estampas bem provocantes. E a John John Denim, xales lindos e muitas caveiras. Nos pés, o estilo do tênis em couro.

Baixos, roupas ajustadas ao seu tamanho são as escolhas. Vá de t-shirt com decote V, blazer e cardigãs. Não use cintos e bermudas abaixo do joelho, pois eles desvalorizam sua estatura.

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Calça chino khaki, t-shirt lisa com decote V e cardigã. O brogue arremata o look.

Faça as escolhas certas na hora de se vestir!

4 comentários 7 de fevereiro de 2014
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